A Inovação e as Redes Sociais

Estamos no ano que a palavra mais mencionada em mercado é inovação. Eu mesmo passei a adotar a bandeira da inovação, não apenas como alternativa à crise, mas também pela força que a tecnologia está impondo em diversos mercados.

A melhor imagem para o que eu acabei de dizer é que as maiores empresas de mídia do mundo, o Google e o Facebook não produzem conteúdo. Uma das novas gigantes do transporte mundial, o Uber, não tem um carro sequer. A maior rede reserva hoteleira do mundo, a AirBNB, não tem um quarto sequer.

Mas como seria o alcance das inovações se nós não tivéssemos os atuais modelos de redes sociais? Os inovadores, ou também conhecidos como early adopters, representam apenas 15% em média, enquanto outros 66% estão inseguros e indecisos. E a principal forma de transformar esse público em usuário hoje são as redes sociais.

O fato é que apesar de acreditar muito na inovação, nós temos medo. E a principal forma de adesão à inovação é por meio dos nossos pares: amigos, colegas de trabalho, família. Quantas vezes você já viu alguém publicamente perguntando em uma rede social “quem já testou isso?”. O contato próximo nos tranquiliza, informa e torna aptos a experimentar a inovação.

Assim, podemos concluir que hoje estamos muito mais propensos e sucetíveis à inovação do que há 10 anos atrás, quando a comunicação interpessoal ainda não contava com essas ferramentas. As redes sociais empoderam a inovação e nos levam à próximos patamares. E você achava que era só pra ver bobeira, né? 😉

 


Leonardo Carraretto é Diretor Executivo da WIS Educação e especialista em Inovação, Marketing e Comunicação.

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